domingo, 24 de agosto de 2008

FORÇA DE VONTADE + INTELIGÊNCIA

Estávamos os dois numa cafeteria bebendo um delicioso café, enquanto conversávamos sobre as nossas vidas. Havia uma decisão recente desse meu amigo de trilhar os caminhos de uma nova profissão. Segundo ele, há muito tinha a vontade de ingressar naquela faculdade e que agora chegava o momento.

Perguntei pra ele:

- Sabes o que eu acredito que precisarás para atingir o sucesso nesse teu novo empreendimento?
Antes mesmo de eu dizer, ele arrematou:
- Força de vontade.

- Também. Respondi. Mas se quiseres obter sucesso, creio que a tua força de vontade, sozinha, não será o suficiente.
- Ah, é... e por que?

- Faz assim: imagina-te nadando no meio do mar. Precisarás chegar até uma ilha segura (teu objetivo). Estás “cheio” de vontade em pleno mar, porém, se estiveres nadando na direção errada, o que vai acontecer? Quanto mais tiveres “vontade”, mais nadarás para o lado errado, ou seja, para longe dos teus objetivos. Portanto, creio, precisarás mais do que isso, precisarás agir com muita inteligência. Assim, saberás para onde dirigir teus movimentos.

Força de vontade é um elemento muito importante para nossas vidas. Mas sem o uso da inteligência, corremos o risco de sermos nadadores cheios de vitalidade e força, nadando na direção errada.


Obrigado por me ler!

terça-feira, 19 de agosto de 2008

RETRATO FALADO (O MEU)



Passeando pela internet descobri esse site onde você pode fazer "retratos falados", inclusive o seu.
Eu arrisquei...rsrsrsr.
E como ficaria se você fizesse o seu? Quer experimentar?
Abraços!

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Qual é a melhor profissão?

Fui questionado esses dias assim:

- Me diz, tua profissão é promissora? (escrevi com minhas palavras).

Respondi: - tudo que fazemos com amor e dedicação é promissor.

O mercado de trabalho não deveria ser o definidor do nosso sucesso, e sim, descobrirmos para quê exatamente fomos talhados. Antes de escolhermos a faculdade que vamos freqüentar, melhor seria antes sabermos qual a nossa verdadeira vocação, qual o nosso talento.

Você nasceu para fazer o que exatamente? Já descobriu? Pense... vale à pena!

De que adianta o mercado de trabalho da Odontologia (por exemplo) ser promissor se meu talento é cantar?

Ao descobrirmos nosso talento, anula-se uma perspectiva por um lado. Por outro, abrem-se infinitos horizontes.

Descubra primeiro sua vocação, depois desbrave o mundo e todas as suas possibilidades...

Lembrando: "Quem pensa pequeno, dimimui suas próprias chances".

Obrigado por me ler!

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

MACHISMO...

Alguns homens ainda tem uma enorme dificuldade de manifestar suas emoções.

Pensando nisso, decidi lembrar-me de como nós homens somos criados e preparados desde a nossa infância. Também, ligeiramente, comparei a forma como a família, os grupos sociais e a sociedade nos trata nesse mesmo período. As frases do tipo: "Homem não chora" "Meu filho é macho" "Isso é coisa de mulher" reproduzem o medo (inclusive das mães) de que o homem possa "se tornar" um homossexual por ter um ou outro sentimento fora dos limites que a sociedade machista "permite".

Quando são crianças, meninos e meninas têm interesses diferentes, até ai acho normal. Mas recebemos estímulos diferentes exatamente para “determinar” que somos diferentes.

Resolvi lembrar dos brinquedos que recebemos na infância. Reparem: meninas brincam com bonecas, casinhas, roupinhas, preparo de comidas e quase tudo que lembra o afeto, o carinho, proteção e relação humana. Nessa prática inconsciente há o exercício claro do contato humano através desses símbolos do cotidiano.

Vejamos os meninos. Recebemos em geral "objetos" que são inanimados, isto é, dependem de ação externa para movimentar-se. Exemplos: bola, carrinhos, bicicletas, armas e bonecos masculinos. Observem que esses objetos, se não forem manipulados, ficarão inertes. Mais do que isso, o menino não exercita uma relação afetiva com os objetos, pois, a maioria deles não simboliza um ser vivo.

Me parece que ai está a "preparação" do homem frio, que irá "comandar" na idade adulta as coisas, objetos, e futuramente, as pessoas. Certa vez aqui em casa, fomof visitados por uma amiga e seus filhos. Ao cumprimenta-los, pedi um beijo para o menino de 7 anos. A resposta que ele me deu: "Eu não sou bicha". Fiquei surpreso com uma atitude tão radical e vinda de uma criança. Certamente ele reproduziu a opinião de algum adulto. Que poderemos esperar desse garoto daqui a alguns anos?


Penso que nós somos vítimas dessa sociedade que não nos ensina nem permite amar, nos coloca limites e vigia nossa expressão. O drama virá no futuro. A nossa enorme dificuldade de compreendermos a mulher e de expressar os nossos verdadeiros sentimentos certamente terá de se confrontar com os "ensinamentos" da infância. Vencer preconceitos é um grande desafio. Chegamos a um ponto em que nós, pobres homens, muitas vezes não conseguimos "declarar" o que sentimos.Não proponho uma solução para o problema, mas sim uma reflexão de todos nós, homens e mulheres, acreditando num mundo mais verdadeiro para todos e a diminuição desse abismo que separa homens de mulheres. Vamos amar mais! Com mais qualidade!

 
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